segunda-feira, 31 de maio de 2010
Magmas
Magma é o nome dado a rocha fundida debaixo da superfície da Terra que, quando expelida por um vulcão, dá origem à lava. Localiza-se normalmente dentro de câmaras magmáticas, entre os 15 e os 150 km de profundidade. É composto por uma massa de silicatos a alta temperatura e pressão, entre 650 e 1200 ºC (podendo chegar a 1560 ºC), acompanhada por um conjunto variável, em proporção e tipos, de iões metálicos e compostos voláteis, ricos em enxofre.
Existem vários tipos de magmas que, de acordo com a sua composição química em termos da quantidade de sílica (SiO2) e de gases dissolvidos, são designados
magmas basálticos – pobres em sílica (SiO2) e gases dissolvidos; são essencialmente expelidos ao longo dos riftes, na dorsal média oceânica, e dos pontos quentes, dando origem a rochas como o basalto e o gabro
magmas andesíticos – quando têm uma composição intermédia em sílica (SiO2) e bastantes gases dissolvidos; são essencialmente expelidos ao longo das zonas de subducção, dando origem a rochas como o andesito e o diorito
magmas riolíticos – ricos em sílica (SiO2) e gases dissolvidos; estão associados à fusão parcial das rochas constituintes da crosta continental que ocorre aquando da colisão entre duas placas continentais, dando origem a rochas como o riólito e o granito.
Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Magma
Silvia Rodrigues
Existem vários tipos de magmas que, de acordo com a sua composição química em termos da quantidade de sílica (SiO2) e de gases dissolvidos, são designados
magmas basálticos – pobres em sílica (SiO2) e gases dissolvidos; são essencialmente expelidos ao longo dos riftes, na dorsal média oceânica, e dos pontos quentes, dando origem a rochas como o basalto e o gabro
magmas andesíticos – quando têm uma composição intermédia em sílica (SiO2) e bastantes gases dissolvidos; são essencialmente expelidos ao longo das zonas de subducção, dando origem a rochas como o andesito e o diorito
magmas riolíticos – ricos em sílica (SiO2) e gases dissolvidos; estão associados à fusão parcial das rochas constituintes da crosta continental que ocorre aquando da colisão entre duas placas continentais, dando origem a rochas como o riólito e o granito.
Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Magma
Silvia Rodrigues
segunda-feira, 22 de março de 2010
Minerais

Os mineirais são corpos sólidos com estrutura cristalina, naturais, inórganicos e com composição definida ou variável dentro de certos limites.
- Inorgânicos: excluem-se substâncias orgânicas, isto é, compostos de C e H. O âmbar, por exemplo, que é uma resina fóssil, é um composto orgânico que foi produzido por plantas no passado e, por isso, nao é um mineral.
- Composição quimica definida: a composição de um mineral deve ser sempre a mesma, ou seja, um mineral deve ser formado pelos mesmos elementos, combinados nas mesmas proporções. Existem, no entanto, alguns desvios, pois em certos minerais, devido a semelhança de caracteristicas de algumas particulas, átomos ou iões, elas podem intersubstituir-se em proporções variáveis.
- Sólido e cristalino: as particulas apresentam um arranjo ordenado. A água e o mercurio, que nas condições normais de pressão e temperatura são liquidos, não são considerados minerais. Já o gelo de um glaciar pode ser considerado um mineral.
-Natural: na formação dos minerais não há intervenção humana.
domingo, 21 de março de 2010
Fósseis
Os fósseis são restos de seres vivos ou vestígios de atividades biológicas (ovos, pegadas, etc.) preservados nos sistemas naturais. Entende-se por "sistemas naturais" aqueles contextos em que o processo de preservação não resulta da ação antrópica, podendo o fóssil ser preservado em sedimentos, rochas, gelo, piche, âmbar, solos ou cavernas. Preservam-se como moldes do corpo ou partes do próprio ser vivo, seus rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registo fóssil. A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia.
Processos de fossilização:
-Mumificação ou conservação
A mumificação é o mais raro processo de fossilização. Pode ser:
-Total - quando o ser vivo é envolvido por uma substância impermeável (por exemplo: resina, gelo) que impede a sua decomposição.
-Parcial - quando as formações duras (carapaças, conchas, etc) de alguns organismos permanecem incluídas nas rochas por resistirem à decomposição.
-Mineralização
Consiste literalmente na substituição gradual dos restos orgânicos de um ser vivo por matéria mineral, rocha, ou na formação de um molde desses restos, mantendo com alguma perfeição as características do ser. Ocorre quando o organismo é coberto rapidamente por sedimento após a morte ou após o processo inicial de deterioração. O grau de deterioração ou decomposição do organismo quando recoberto, determina os detalhes do fóssil, alguns consistem apenas em restos esqueléticos ou dentes; outros fósseis contêm restos de pele, penas ou até tecidos moles. Uma vez coberto com camadas de sedimentos, as mesmas compactam-se lentamente até formarem rochas, depois, os compostos químicos podem ser lentamente trocados por outros compostos. Ex.: carbonato por sílica.
-Moldagem
Consiste no desaparecimento total das partes moles e duras do ser vivo, ficando nas rochas um molde das suas partes duras. O molde pode ser:
-Molde externo - quando a parte exterior do ser vivo desaparece deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram.
-Molde interno - os sedimentos entram no interior da parte dura e quando esta desaparece fica o molde da parte interna.
-Marcas
É o tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos, uma vez que é o mais fácil e simples de ocorrer. Exemplos de marcas podem ser: pegadas e ovos de animais.
Processos de fossilização:
-Mumificação ou conservação
A mumificação é o mais raro processo de fossilização. Pode ser:
-Total - quando o ser vivo é envolvido por uma substância impermeável (por exemplo: resina, gelo) que impede a sua decomposição.
-Parcial - quando as formações duras (carapaças, conchas, etc) de alguns organismos permanecem incluídas nas rochas por resistirem à decomposição.
-Mineralização
Consiste literalmente na substituição gradual dos restos orgânicos de um ser vivo por matéria mineral, rocha, ou na formação de um molde desses restos, mantendo com alguma perfeição as características do ser. Ocorre quando o organismo é coberto rapidamente por sedimento após a morte ou após o processo inicial de deterioração. O grau de deterioração ou decomposição do organismo quando recoberto, determina os detalhes do fóssil, alguns consistem apenas em restos esqueléticos ou dentes; outros fósseis contêm restos de pele, penas ou até tecidos moles. Uma vez coberto com camadas de sedimentos, as mesmas compactam-se lentamente até formarem rochas, depois, os compostos químicos podem ser lentamente trocados por outros compostos. Ex.: carbonato por sílica.
-Moldagem
Consiste no desaparecimento total das partes moles e duras do ser vivo, ficando nas rochas um molde das suas partes duras. O molde pode ser:
-Molde externo - quando a parte exterior do ser vivo desaparece deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram.
-Molde interno - os sedimentos entram no interior da parte dura e quando esta desaparece fica o molde da parte interna.
-Marcas
É o tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos, uma vez que é o mais fácil e simples de ocorrer. Exemplos de marcas podem ser: pegadas e ovos de animais.


Movimentos em massa- Derrocada em Frades
Designam-se por movimentos em massa quaisquer movimentações de rochas numa superfície inclinada, induzido principalmente pela gravidade. Os movimentos de massa são eventos erosivos muito importantes. Como tal, são altamente modeladores da superfície terrestre, isto é, da paisagem. Por vezes as consequências para o Homem são desastrosas, provocando ocasionalmente catástrofes. No ano de 2000 em frades, aldeia pertencente ao concelho de Arcos de Valdevez ocorreu um desabamento de terras. Esta derrocada provocou a morte de quatro pessoas e destruiu por completo cinco moradias. Esse acontecimento deu-se devido a um desgaste mais ou menos lento e gradual do solo e à sua saturação de água (não escoamento das águas ao longo da vertente) causado por elevadas precipitações, num longo período de tempo. Por outro lado, a pouca vegetação arbórea e o tipo de rochas presentes neste local contribuíram também para este movimento de terras. Na imagem podemos observar a cratera, no cimo do monte, que terá sido aberta pela força das águas e o percurso por elas descrito até ao centro da localidade.
Visita a Serra d'Arga- Meterorização do granito e formação de caos de blocos
Numa visita á Serra d’Arga tivemos a oportunidade de observar a meteorização do granito e a formação de caos de blocos. Toda a região envolvente é de natureza essencialmente montanhosa. Os seus vales profundos suportam a bacia hidrográfica do rio Lima, o rio Estorão, que desagua no rio Lima. Os granitos alcalinos de grão grosseiro contêm duas micas. È uma área de numerosos filões, alguns dos quais mineralizados. Na Serra d’Arga o granito aflora a superfície devido à remoção, pela erosão, das rochas suprajacentes, o que provoca uma descompressão, que permite a abertura das fracturas existentes e inclusivamente, o aparecimento de novas, formando-se uma rede de diáclases. Estas, vão permitir a infiltração e circulação de águas das chuvas, que por sua vez, iniciam o ataque químico e mecânico do maciço rochoso, o que leva a uma gradual desagregação. Esta desagregação, provocada por alterações físicas e químicas das rochas, toma a designação de meteorização. Este fenómeno resulta do facto das rochas se encontrarem submetidas a condições ambientais, de pressão e temperatura, muito diferentes daquelas em que ocorreu a sua génese; expostas à acção de agentes atmosféricos (atmosfera oxidante, precipitação, humidade, ventos, etc).
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